Pólo de concentração da população paulistana, lugar oferece um ambiente agradável para passeios e degustação.
Inaugurado em 25 de janeiro de 1933, o Mercado Municipal de São Paulo completou 75 anos em 2008. Até então localizado às margens do Rio Tamandaré, o mercado cativou os paulistanos pela qualidade dos produtos, pela variedade deles e pelos preços. É impossível ir ao mercado e não saborear os deliciosos e gigantes lanches de mortadela, pastéis, doces, entre outras iguarias.
O edifício, onde está localizado o mercadão, possui 12.600 m² de área construída, abriga 1.600 funcionários, que movimentam 350 toneladas por dia de alimentos em 291 boxes, e recebe, uma média, 14 mil visitantes todos os dias.
Durante visita à cidade de São Paulo, nós, da revista Conceito, não poderíamos deixar de ir a um dos principais pontos turísticos da capital paulista e comprovar sua importância para a população local e os turistas, que veem de diferentes locais do país e até mesmo de outros países. E, é claro, não poderíamos deixar de saborear as variedades de alimento encontradas no local.
De acordo com a Agência Renome, que assessora o local , o mercadão é fundamental no contexto histórico de uma das cidades mais ricas do Brasil. “O Mercado Municipal Paulistano é o retrato de uma época importante de São Paulo. Ele foi projetado no final dos anos 20, quando a indústria começava a mostrar o seu poder econômico frente ao mercado de café, que enfrentava sua primeira grande crise. De uma hora para outra, uma cidade que não era de grande relevância para o Brasil – se comparada a outras capitais mais importantes da época, como o Rio de Janeiro, Recife e Salvador – tornou-se a metrópole mais rica do País. As construções públicas cumpriam a função de acompanhar e ressaltar essa riqueza. È por isso que não há em nenhum lugar do Brasil um mercado municipal do porte do Municipal de São Paulo”.
Michel, vendedor há cinco anos do Empório Haga, fala das especialidades da loja e dos alimentos mais consumidos. “Há uma variedade de azeitonas: a chilena, a síria, a libanesa e a temperada. A tradicional, vende-se pouco, o que o pessoal mais consome mesmo é a chilena. Nos meses de dezembro, com a chegada do natal e da quaresma, que antecede a Páscoa, são períodos de mais movimento. Na páscoa, a demanda de bacalhau é enorme. No decorrer do ano, também, fornecemos produtos para restaurantes da cidade”. A mesma opinião é compartilhada por Paulo, vendedor do restaurante Santa Terezinha, que trabalha há cinco anos no Mercadão. “Em todas as épocas do ano, muitos turistas visitam o local, pessoas do mundo todo. Os produtos mais consumidos são o bacalhau, as azeitonas e os diversos tipos de queijo”.
Residente em Belo Horizonte, MG, a professora Telma Menezes visitou o lugar pela primeira vez e gostou do que viu. “Está é a primeira vez que eu venho ao Mercado Municipal de São Paulo. Experimentei um delicioso lanche de mortadela. Além disso o passeio foi muito gostoso. Com certeza pretendo voltar mais vezes”.
Outro aspecto positivo do local é a higiene e a organização. Willian Ferreira, que freqüenta o mercado toda a semana, fala do seu diferencial. “Diferentemente dos mercados municipais de outras cidades, que não priorizam a questão da higiene, da decoração e aspecto visual, o de São Paulo preza por todos esses itens e por isso torna-se um lugar agradável para o passeio e a alimentação. É como se fosse um shopping com uma diversidade de restaurantes”.
Números da restauração do Mercado Municipal de São Paulo no período de 2002 a 2004.
Fonte: Assessoria de imprensa
395 Operários trabalharam nas obras durante 24 horas
5.000 Metros cúbicos de terra retirados na construção do subsolo
250 Latas de tinta foram usadas para pintar 26.000 m² de paredes
180 Quilômetros de cabos de energia instalados
966 Luminárias fazem parte do novo projeto de iluminação
02 Elevadores e 02 escadas rolantes garantem acesso ao mezanino e restaurantes
24.300 Sacos de cimento foram utilizados na reforma
413.000 Quilos de aço foram consumidos na estrutura do mezanino
Inaugurado em 25 de janeiro de 1933, o Mercado Municipal de São Paulo completou 75 anos em 2008. Até então localizado às margens do Rio Tamandaré, o mercado cativou os paulistanos pela qualidade dos produtos, pela variedade deles e pelos preços. É impossível ir ao mercado e não saborear os deliciosos e gigantes lanches de mortadela, pastéis, doces, entre outras iguarias.
O edifício, onde está localizado o mercadão, possui 12.600 m² de área construída, abriga 1.600 funcionários, que movimentam 350 toneladas por dia de alimentos em 291 boxes, e recebe, uma média, 14 mil visitantes todos os dias.
Durante visita à cidade de São Paulo, nós, da revista Conceito, não poderíamos deixar de ir a um dos principais pontos turísticos da capital paulista e comprovar sua importância para a população local e os turistas, que veem de diferentes locais do país e até mesmo de outros países. E, é claro, não poderíamos deixar de saborear as variedades de alimento encontradas no local.
De acordo com a Agência Renome, que assessora o local , o mercadão é fundamental no contexto histórico de uma das cidades mais ricas do Brasil. “O Mercado Municipal Paulistano é o retrato de uma época importante de São Paulo. Ele foi projetado no final dos anos 20, quando a indústria começava a mostrar o seu poder econômico frente ao mercado de café, que enfrentava sua primeira grande crise. De uma hora para outra, uma cidade que não era de grande relevância para o Brasil – se comparada a outras capitais mais importantes da época, como o Rio de Janeiro, Recife e Salvador – tornou-se a metrópole mais rica do País. As construções públicas cumpriam a função de acompanhar e ressaltar essa riqueza. È por isso que não há em nenhum lugar do Brasil um mercado municipal do porte do Municipal de São Paulo”.
Michel, vendedor há cinco anos do Empório Haga, fala das especialidades da loja e dos alimentos mais consumidos. “Há uma variedade de azeitonas: a chilena, a síria, a libanesa e a temperada. A tradicional, vende-se pouco, o que o pessoal mais consome mesmo é a chilena. Nos meses de dezembro, com a chegada do natal e da quaresma, que antecede a Páscoa, são períodos de mais movimento. Na páscoa, a demanda de bacalhau é enorme. No decorrer do ano, também, fornecemos produtos para restaurantes da cidade”. A mesma opinião é compartilhada por Paulo, vendedor do restaurante Santa Terezinha, que trabalha há cinco anos no Mercadão. “Em todas as épocas do ano, muitos turistas visitam o local, pessoas do mundo todo. Os produtos mais consumidos são o bacalhau, as azeitonas e os diversos tipos de queijo”.
Residente em Belo Horizonte, MG, a professora Telma Menezes visitou o lugar pela primeira vez e gostou do que viu. “Está é a primeira vez que eu venho ao Mercado Municipal de São Paulo. Experimentei um delicioso lanche de mortadela. Além disso o passeio foi muito gostoso. Com certeza pretendo voltar mais vezes”.
Outro aspecto positivo do local é a higiene e a organização. Willian Ferreira, que freqüenta o mercado toda a semana, fala do seu diferencial. “Diferentemente dos mercados municipais de outras cidades, que não priorizam a questão da higiene, da decoração e aspecto visual, o de São Paulo preza por todos esses itens e por isso torna-se um lugar agradável para o passeio e a alimentação. É como se fosse um shopping com uma diversidade de restaurantes”.
Números da restauração do Mercado Municipal de São Paulo no período de 2002 a 2004.
Fonte: Assessoria de imprensa
395 Operários trabalharam nas obras durante 24 horas
5.000 Metros cúbicos de terra retirados na construção do subsolo
250 Latas de tinta foram usadas para pintar 26.000 m² de paredes
180 Quilômetros de cabos de energia instalados
966 Luminárias fazem parte do novo projeto de iluminação
02 Elevadores e 02 escadas rolantes garantem acesso ao mezanino e restaurantes
24.300 Sacos de cimento foram utilizados na reforma
413.000 Quilos de aço foram consumidos na estrutura do mezanino
Um comentário:
Bom dia!
o blog agora está mais bonito, limpo,
me lembro dessa matéria, eu li na revista mesmo...
parabéns pela prestação de serviço!!!
sucesso!!
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